Cidades
“É Ficção”: Após assassinato de Alana na Betânia, rapper Bygod rebate acusações e diz que armas são cenográficas
Artista se manifestou nos stories do Instagram após repercussão de videoclipe; Ele negou envolvimento da vítima com crime organizado.
O rapper amazonense Bygod se pronunciou nesta quinta (29) em suas redes sociais após a repercussão da morte de Alana Arruda Pereira, jovem assassinada na última quarta (28) no bairro Betânia, Zona Sul de Manaus, e que havia participado de um videoclipe ao lado do artista.
Em uma sequência de stories no Instagram, o rapper negou que a jovem tivesse qualquer envolvimento com facções criminosas e criticou os julgamentos feitos após a circulação do vídeo.
Segundo ele, o clipe é uma obra artística, com narrativa fictícia, inspirada em recortes da realidade urbana, mas sem intenção de apologia ao crime.
“O bagulho é ficção. O clipe não tem nada a ver com facção. É só arte”, afirmou.
O artista também ressaltou que todas as armas exibidas no vídeo são cenográficas, usadas apenas como elementos visuais, e reforçou que nenhum armamento real esteve presente durante as gravações.
Além disso, Bygod lamentou a morte da jovem e disse que ela era alvo de julgamentos injustos.
“Ela era gente boa, uma moça tranquila. Estão criando uma imagem que não é real”, disse.
A manifestação ocorre em meio a uma série de comentários e ataques nas redes sociais associando o conteúdo do clipe ao crime organizado, o que foi negado tanto pelo artista quanto pela produção responsável pelo vídeo.
O assassinato de Alana segue sob investigação da Polícia Civil do Amazonas.
VEJA A DECLARAÇÃO DO RAPPER BYGOD
